FERJ ameaça clubes com perda de premiações no Carioca
Clubes podem perder premiações se não seguirem as regras.
RedaçãoA Federação Estadual de Futebol do Rio de Janeiro (FERJ) anunciou novas diretrizes para o Campeonato Carioca , conforme informações da Coluna do Fla. A entidade determinou que as equipes devem escalar, no mínimo, sete jogadores do elenco principal em suas partidas, sob risco de perderem premiações. Essa medida tem como objetivo preservar os interesses comerciais do torneio e respeitar os torcedores.
Penalidades em caso de não cumprimento
A FERJ alertou que os clubes que descumprirem essa regulamentação após a 3ª Rodada da Taça Guanabara enfrentarão sanções rigorosas. "A associação que, sem justo motivo, assim reconhecido pelo DCO da FERJ, deixar de utilizar sua equipe considerada principal, após a 3ª Rodada da Taça Guanabara, perderá o valor correspondente à totalidade de sua cota fixa mínima de direito de transmissão do contrato coletivo e, caso já a tenha recebido ou não faça jus, pagará uma multa equivalente à cota mínima estabelecida para um dos clubes grandes aderentes, que será revertida em benefício dos demais clubes participantes do campeonato e signatários do contrato de transmissão coletiva", destacou a FERJ.
Contexto financeiro do Flamengo
O Flamengo , um dos clubes participantes, receberá R$ 10 milhões por sua participação no campeonato. Além disso, a FERJ informou que os quatro grandes clubes do Carioca têm obtido mais de R$ 1 milhão por partida disputada. Esse cenário financeiro pode influenciar a estratégia dos times na escolha dos jogadores, principalmente devido à luta contra o rebaixamento.
Próxima partida do Flamengo
O Flamengo se prepara para enfrentar o Sampaio Corrêa neste sábado (07), às 21h, no Maracanã. Este confronto é crucial, pois a equipe busca se afastar do quadrangular do rebaixamento. Após ter utilizado elencos alternativos anteriormente, o clube precisa vencer e torcer contra rivais diretos, como Nova Iguaçu, Madureira e Boavista, para garantir sua permanência na Série A.
A decisão da FERJ pressiona os clubes a cumprir as novas regras, evitando prejuízos financeiros e mantendo a competitividade do campeonato.