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Consórcio Fla-Flu negocia contrato recorde de naming rights para o Maracanã

Consórcio Fla-Flu busca fechar acordo inédito de naming rights para o Maracanã.

Redação
Foto: Gilvan de Souza / Flamengo Estádio do Maracanã, no Rio de janeiro

O Consórcio Fla-Flu, formado por Flamengo e Fluminense, está em busca de fechar o maior contrato de naming rights do Brasil para o Estádio do Maracanã. A expectativa das diretorias é de garantir pelo menos R$ 40 milhões por ano com a venda do nome do estádio mais icônico do país. A informação foi divulgada inicialmente pelo portal ge.

Parceria deve ser com grande marca nacional

O objetivo do consórcio é fechar acordo com uma marca de forte apelo nacional, com destaque para o setor financeiro. Durante reunião no Conselho Deliberativo do Flamengo, o presidente do clube, Luiz Eduardo Baptista (Bap), citou bancos privados como possíveis interessados no projeto. O acordo, se concretizado, superará valores praticados por outros clubes brasileiros, posicionando o Maracanã como referência também fora das quatro linhas.

Permissão do governo estadual ainda é necessária

Apesar do entusiasmo dos clubes, o projeto ainda depende de um aval do Governo do Estado do Rio de Janeiro. O edital da concessão do Maracanã, vencido por Flamengo e Fluminense, não especifica a permissão para a venda dos naming rights. Portanto, será necessário negociar esse ponto com as autoridades estaduais antes de formalizar qualquer contrato comercial.

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Contrato de concessão por 20 anos

O Consórcio Fla-Flu venceu a licitação pela administração do Maracanã pelos próximos 20 anos. O Flamengo detém 65% da participação econômica no projeto, enquanto o Fluminense é responsável pelos outros 35%. O acordo inclui um compromisso de investimento de R$ 393 milhões em reformas, modernizações e manutenção do estádio ao longo do período de concessão.

Maracanã pode gerar nova fonte de receita milionária

Se concretizada, a venda dos naming rights abrirá uma nova e poderosa fonte de receita para Flamengo e Fluminense, o que pode impactar positivamente os cofres dos dois clubes. Para o Flamengo, em especial, a medida está alinhada ao plano de expansão comercial e internacional da marca, que já vem sendo desenvolvido com ações no exterior e parcerias estratégicas.

O movimento segue a tendência mundial de monetização de grandes arenas, como ocorre com estádios da Premier League, La Liga e MLS. No Brasil, os casos mais emblemáticos são os da Arena Corinthians e da Neo Química Arena, além do Allianz Parque, casa do Palmeiras, que também lucram com contratos semelhantes.

Expectativa é fechar acordo ainda em 2025

A diretoria do Consórcio trabalha com a possibilidade de avançar nas negociações ao longo de 2025. Com a atração de uma marca de peso e a regulamentação por parte do governo estadual, o projeto tem potencial de se tornar um marco na história do futebol brasileiro e referência em gestão de arenas esportivas.

Destaques da Matéria:

  • Fla-Flu busca R$ 40 milhões anuais com naming rights do Maracanã.
  • Governo do Rio precisa autorizar a venda, não prevista no edital.
  • Luiz Eduardo Baptista citou bancos privados como possíveis parceiros.
  • Concessão por 20 anos prevê investimento de R$ 393 milhões em obras.
  • Flamengo tem 65% e o Fluminense 35% da participação no consórcio.

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