Flamengo busca repatriar Paquetá e define valores
Clube carioca aposta na vontade de Paquetá para retorno em 2026.
O Flamengo está empenhado em trazer de volta o meia Lucas Paquetá, mirando uma possível repatriação em 2026. A estratégia do clube carioca se apoia, principalmente, na vontade do jogador de retornar ao Brasil, apesar das altas exigências financeiras do West Ham, atual clube do meia.
Atualmente, as negociações estão em andamento há cerca de um mês. O Flamengo já definiu os termos contratuais com Paquetá e sua equipe, incluindo valores e duração do contrato. No entanto, o principal obstáculo é convencer o West Ham, que fixou um preço inicial de 60 milhões de euros (aproximadamente R$ 376 milhões) para liberar o jogador.
O clube brasileiro planeja uma oferta máxima de 40 milhões de euros (R$ 250 milhões), embora inicialmente tenha cogitado um valor de 35 milhões de euros (R$ 219 milhões), considerado mais viável. A proposta inicial foi rejeitada pelo clube inglês, o que levou o Flamengo a revisar sua estratégia.
Lucas Paquetá, que tem mercado na Europa, já expressou o desejo de voltar ao Flamengo. Em várias ocasiões, ele ressaltou que, caso retorne ao Brasil, será para jogar no clube onde começou sua carreira. A identificação com o Flamengo é forte, e isso é um ponto que o clube pretende explorar nas negociações.
Em uma entrevista ao ge em novembro de 2025, Paquetá revelou ter mantido diálogos com o Flamengo em duas ocasiões distintas. Na primeira, sob a presidência de Rodolfo Landim, ele recusou uma proposta devido a um envolvimento em investigações sobre apostas. Mais tarde, sob a atual gestão de Bap, o jogador tentou um retorno, mas encontrou resistência do West Ham.
Lucas Paquetá, revelado pelo Flamengo, foi vendido ao Milan em 2018. Posteriormente, ele se transferiu para o Lyon, onde se destacou e chamou a atenção do West Ham, que o contratou em 2022 por 61,63 milhões de euros (R$ 309 milhões). Agora, o Flamengo tenta usar o laço afetivo do jogador com o clube para facilitar seu retorno.